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Wednesday, October 11, 2006

JOGOS LUSOFONOS DAO PONTA PE DE SAIDA EM MACAU

Jogos Lusófonos dão ponta pé de saída em Macau

Por: Valdir Alves (http://www.caboverdeonline.com)
Nôs Jornal newspaper
Posted: 10 de Outubro de 2006

Com os I Jogos Lusófonos 2006, a (ACOLOP) Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa, os países de Expressão Portuguesa, mais os seus convidados dão o ponta-pé de saída naquilo que já é considerado as olimpíadas lusófonas. Nesta página vai conhecer os números, à excepção do de medalhas, pois até o fecho desta edição, os jogos decorriam.

A Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP), foi fundada no dia 8 de Junho de 2004, em Lisboa, com o objectivo de integrar os países e regiões de língua portuguesa a partir do desporto sendo já reconhecida pelo Comité Olímpico Internacional (COI).

São fundadores da ACOLOP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau Macau (China), Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e na qualidade de membros associados a Guiné Equatorial, Índia e Sri Lanka.

Durante 12 dias de competição que começou com o futebol no dia 4 de Outubro, e que prosseguem até o dia 15, vão decorrer 48 eventos, nos quais participam as 12 delegações.
Os Jogos reúnem oito modalidades desportivas: atletismo, basquetebol, futebol, futsal, taekwondo, ténis de mesa, voleibol de praia e voleibol, nas quais Portugal participa na sua totalidade.

Os números da Olimpíada Lusófona
733 atletas de 12 países e territórios inscreveram-se para os primeiros Jogos da Lusofonia, num total de 949 elementos que completam as delegações.
A maior delegação é a de Macau com 155 atletas. Portugal, com 140 atletas é o segundo.
Brasil, que infelizmente, não se faz representar em futebol, levou uma delegação de 74 atletas
949 pessoas compõem as delegações da dúzia de países e territórios representados.

Cabo Verde com 57 atletas
O Comité Olímpico de Cabo Verde (COCV), levou para aquele país oriental, 57 atletas, sendo o atletismo e o taekwondo as grandes apostas cabo-verdianas.
Apesar do empenho do COCV, o seu recém-eleito presidente Franklin Palma sublinhou que Cabo Verde "não parte para estes jogos com fortes convicções de arrecadar medalhas".

Para quem tinha esta expectativa não foi nada mau, já um dia após a abertura:
Cabo Verde encontrava-se na segunda posição, com um medalha de prata, ganha por Joseph Fernandes, na categoria de menos 68 kg e na categoria de menos 58 kg Nick Barros dava uma medalha de bronze a Cabo Verde.

“Focalizando a génese desta Associação, bastaria enunciar os laços históricos comuns e o elo de ligação traduzido na língua comum e em fenómenos de intersecção cultural seculares” palavras de Vicente Moura Presidente da Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa.

“Na sua mensagem de abertura dos jogos o Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau da república Popular da China, Edmund Ho, sublinhou que “ Macau como cidade multifacetada de encontro das culturas oriental e ocidental vive momentos de grande desenvolvimento no qual o desporto não pode ser esquecido”.

América crioula condignamente representada
A comunidade caboverdiana da América está bem representada nesta I Edição dos Jogos Lusófonos.

No futebol, Zico Veiga correspondeu às expectativas.
O fenómeno de Brockton deu cartas e ajudou Cabo Verde a carimbar o passaporte para as meias finais onde viria a perder com Angola por 1-2, depois de golear, primeiro, a Índia por 3-0, e depois o país anfitrião por 7-0. Zico totalizava quatro golos nos dois primeiros jogos e era o melhor marcador, até o jogo com Moçambique para a disputa dos terceiro e quarto lugares.

A final será disputada no dia 3 do corrente entre Angola e Portugal que bateu os moçambicanos por 2-0.

Esta comunidade fez-se representar por uma delegação chefiada pelo Mestre Joe Pina, com destaque para a modalidade de Taekwondo, do qual pontifica-se o praticante Fredson Gomes.
Todos sentimo-nos orgulhosos, quando vimos na RTPi, o campeão africano, como o porta-estandarte do continente, na cerimónia de abertura em que os atletas transportaram a chama deste olimpismo lusófono.

Na próxima edição apresentaremos um balanço dos I Jogos da (ACOLOP).


Nota: Este artigo foi publicado na edição 30 do Nos Jornal


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